MENSAGEM

"Aprendi com a primavera a me deixar cortar para voltar sempre inteira" Cecília Meireles

sábado, 6 de agosto de 2011

Iº Encontro de Quadrilha da Escola Pio Guerra


    Já estamos em junho, mês que tradicionalmente são realizadas festas folclóricas para se comemorar datas como São João (24), São Pedro (29) e Santo Antônio (13). As festas juninas são popularmente conhecidas e acontecem durante todo o mês em todo o Brasil. Em São Vicente Férrer, algumas escolas estaduais já estão com o seu tradicional Arraial agendado.Desdfe estadual , municipal e particulares.
    Este ano a escola Pio Guerra está organizando o Iº Encontro de Quadrilha que vai acontecer no dia 28 de junho com presença marcada da Escola João Barbosa de Almeida,Quadrilhantes,Renascer e Pio Guerra.










Quadrilha
Por volta dos séculos XII e XIV, os camponeses ingleses dançavam uma dança campestre, conhecida com “country dance”, na qual descendentes de celtas e saxões executavam velhos rituais pagãos num Reio Unido já cristianizado. Durante a Guerra dos Cem Anos, a dança se espalhou pela França, com o nome afrancesado de “contredance”.
A dança perdeu o formato roceiro característico e tomou um estilo de dança nobre ou dança de corte nos principais reinados europeus. No Brasil, adança de quadrilha, assim como era chamada em Portugal, foi trazida praticamente com a vinda da Família Real Portuguesa, em 1808.



  No Brasil, durante o período regencial, a dança de quadrilha causava grande frenesi entre a alta sociedade da época, principalmente com a vinda de orquestras de dança de Millet, Cavalier e Tolbecque. A dança se popularizou e aqui ganhou várias derivações como a “Quadrilha Caipira” em Minas Gerais, o “Baile Sifilítico” na Bahia e o “Saruê” no Brasil Central.
  Dança de pares de origem européia que no Brasil passou a ser dançada nas festas do mês de junho em louvor a São João, Santo Antônio e São Pedro. Em virtude talvez de rápida popularização, a quadrilha ganhou numerosas variantes - no interior de São Paulo surgiu a quadrilha caipira, e em Campos, RJ, a Mana-chica. 


    Muitas danças do fandango empregam a marcação da quadrilha, a exemplo do que ocorre em bailes gaúchos. Vale observar ainda que a quadrilha influenciou diretamente as danças em fileiras opostas e as contradanças em geral. Os participantes obedecem às marcas ditadas por um organizador da dança. Conserva algumas denominações e movimentações tradicionais e incorpora criações adaptadas pelos marcadores. A música, geralmente de ritmo marcado, é executada com o acompanhamento tradicional da sanfona.
   Por isso que a Pio Guerra este ano está homenageando as quadrilha por sua historia aqui no Brasil com entrega de troféu por participação.

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